Tinha que a deixar partir, uma vez mais.
Era imperativo, uma vez que a amava incondicionalmente.
Via que pouco ou não conseguia fazer, pois não queria ser um pai para ela, mas sim um companheiro de vida.
O percurso era dela, as decisões teriam que ser dela, ele apenas estaria presente para fazer o caminho junto dela.
Era isso, porque a amava tinha que a libertar.
Deixar que saísse de casa, uma vez mais, com a mochila às costas e deixá-la ir para onde ela precisava de ir.
Ele continuaria ali, no seu caminho, mas na certeza que o melhor teria feito e dito, porque simplesmente a amava.
Sem mágoa, sem dor, sabia que a imensidão do amor que sentia por ela, o faria ainda melhor pessoa do que já foi e é.
- "Não é para todos" - cantou o estorninho.
- "Pois não, apenas para quem ama com o coração e tem a capacidade de se amar e de conseguir ver para além do que é visível".
Muito mais simples do que parece...e assim voou a folha verdejante...
Era imperativo, uma vez que a amava incondicionalmente.
Via que pouco ou não conseguia fazer, pois não queria ser um pai para ela, mas sim um companheiro de vida.
O percurso era dela, as decisões teriam que ser dela, ele apenas estaria presente para fazer o caminho junto dela.
Era isso, porque a amava tinha que a libertar.
Deixar que saísse de casa, uma vez mais, com a mochila às costas e deixá-la ir para onde ela precisava de ir.
Ele continuaria ali, no seu caminho, mas na certeza que o melhor teria feito e dito, porque simplesmente a amava.
Sem mágoa, sem dor, sabia que a imensidão do amor que sentia por ela, o faria ainda melhor pessoa do que já foi e é.
- "Não é para todos" - cantou o estorninho.
- "Pois não, apenas para quem ama com o coração e tem a capacidade de se amar e de conseguir ver para além do que é visível".
Muito mais simples do que parece...e assim voou a folha verdejante...
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